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Elenco derruba Mano e Mattos por sonegar o que era capaz de fazer


Postado em 2 de dezembro de 2019 - 8:59h

A coisa voltou a andar devagar com os empates contra Internacional e Atlético-MG. E, acima de tudo, a derrota por 2 a 0 para o eficiente Santos do argentino Jorge Sampaoli.

A perda de pontos e o consequente aumento da distância para o líder Flamengo abalaram parte do ânimo do elenco palmeirense.

A desilusão ficou explícita nos últimos jogos antes deste domingo (1º), com os empates contra Corinthians e Bahia e as derrotas para o Grêmio (que garantiu o título brasileiro ao Flamengo) e o Fluminense. Em comum, a clara sensação deixada pela equipe de que não encontrava mais uma motivação ou causa relevante para fazer um esforço a mais e se superar no coletivo.

A situação chegou ao auge e à sua forma mais explícita nesta derrota para o Flamengo, mesmo depois da pilha completamente desproporcional, e até inconsequente, gerada por Mano Menezes e a omissão dos cartolas do Palmeiras, no trabalho equivocado de incorporar à partida um valor que, pela ‘destruição’ do campeonato promovida pelo Flamengo, ela não tinha mais.

É verdade que o Palmeiras fez um gol, se esforçou a partir dos 30 minutos do segundo tempo e fez seu gol aos 30 da etapa final.

Mas antes disso, na primeira hora de jogo, mostrou um futebol desnutrido e pálido, que facilitou demais as ações do Flamengo, autor de três gols em absoluto ritmo de treino.

O primeiro em uma bobeada de marcação da zaga palmeirense no início do jogo. O segundo, um golaço, com um toque magistral de Arrascaeta para Gabigol. E o terceiro, em outra falha clamorosa da zaga, numa bola recuperada por Gerson, que sobrou no pé esquerdo de Gabigol e, dele, para o ângulo direito do goleiro Jailson.

O hipervalorizado, super elogiado e mal avaliado elenco do Palmeiras derrubou o técnico Mano Menezes.

Não por intenção, forma objetiva ou intenção.

Mas por não ter feito o que tinha, e ainda hoje tem, plenas condições de fazer.

Fonte: R7