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Em 2019, Gusttavo Lima voltou ao topo do sertanejo e lucrou alto


Postado em 26 de dezembro de 2019 - 9:48h

Gusttavo Lima completou dez anos de carreira em 2019. Aliado à essa marca histórica, o cantor também atingiu uma fase que nunca havia vivenciado antes na sua trajetória em termos de sucesso, cachê e exposição na mídia.

E esse resultado tem algumas explicações. O estilo musical de Gusttavo mudou bastante desde que ele surgiu, em 2009. Se antes a proposta artística era voltada ao sertanejo universitário, o arrocha e o forrónejo, já faz algum tempo que ele tem apostado na bachata como principal inspiração para os arranjos de seus singles.

O estilo dominicano derivado do bolero e trilha para danças, é definido por bongôs e guitarras que podem ser notados em sucessos como Milu e Cem Mil.
Milu, por exemplo, está há 20 semanas como a faixa mais tocada nas rádios do país e com 170 milhões de plays no YouTube. Prova concreta que a escolha foi acertada.

Esse estilo também tem ajudado Luan Santana a recuperar o sucesso perdido nos últimos anos após decisões erradas na carreira.

Quando a Bad Bater, que já soma mais de 110 milhões de plays no YouTube, é o maior sucesso do cantor em 2019 e um dos maiores da década. Resultado bem superior ao que ele mesmo atingiu ao apostar no pop eletrônico em 2018, por exemplo.

Esse flerte latino não significa que a forma mais tradicional de compor tenha sido vetado no repertório de Gusttavo Lima.

Quem Traiu Levou, por exemplo, é pura sofrência. Porém, essa aproximação com o gênero latino demonstra um caminho que Gusttavo deve insistir cada vez mais, inclusive no visual, que hoje está mais para Romeo Santos do que para Zezé Di Camargo.

Saiu de cena o topete de um palmo e as regatas para mostrar a boa forma física e entraram em cena blazers e paletós bem cortados. Mas as calças justas permaneceram intactas. E a fortuna, cada vez maior.

Hoje, Gusttavo está entre os dez artistas mais lucrativos do Brasil. Ele rivaliza com Wesley Safadão, Jorge e Mateus, Marília Mendonça, Henrique e Juliano e Zé Neto e Cristiano quando o assunto é cachê alto. Assim como eles, o músico recebe cerca de R$ 400 mil por show. Ao todo, são 22 shows por mês e cerca de 200 por ano. Apenas nessa fonte de rendimento, Gusttavo lucraria por volta de R$ 80 milhões anuais, sem descontar os custos fixos que o músico tem.

Nada mal para um cantor que quase chegou a abandonar a carreira quando rompeu com o escritório Audiomix, em 2014. À época, ele precisou ceder bens para pagar a multa do rompimento contratual.

Não foi simples dar um reinício para a carreira. Porém, cinco anos depois, ele não pode reclamar do que conquistou após esse período de turbulência independente. Só o iate do músico é avaliado em R$ 13 milhões. O jatinho que o ajuda nos deslocamentos saiu pela bagatela de 40 milhões de dólares. E com a recuperação da carreira, Gusttavo acabou recebendo convite para voltar para a Audiomix em 2018. E aceitou.

Isso o elevou à posição de queiridinho no escritório, que também gerencia as carreiras de Jorge e Mateus, Mateus e Kauan, Alok, Simone e Simaria, Wesley Safadão, Kevinho e Xand Avião.

Fonte: R7