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Banco do Nordeste tem recorde de 4,9 bilhões em contratos no RN


Postado em 17 de janeiro de 2020 - 8:21h

O Banco do Nordeste termina 2019 com recorde em financiamentos no Rio Grande do Norte. Foram gerados 4,9 bilhões em negócios, 32% a mais do que em 2018, quando o valor em contratos chegou a 3,7 bilhões. Os recursos são próprios do Banco e do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Os projetos com predominância de investimentos em fontes renováveis de energia demandaram R$ 2,9 bilhões. Comércio e Serviços (R$ 512 milhões), Indústria (R$ 452 milhões), Agropecuária (R$ 249 milhões) e Turismo (R$ 211 milhões). Os municípios do Semiárido ficaram com 48% dos negócios fechados pelo BNB em terras potiguares.

Na área de atuação do Banco, que inclui o norte de Minas Gerais e Espírito Santo, o RN foi o segundo que mais contratou por meio da linha FNE Infraestrutura. “Superamos os números de 2018 contando com o esforço e a competência das nossas equipes, distribuídas pelas agências, centrais e Superintendência Estadual, tudo realizado dentro dos índices de conformidades exigidos pelo BNB. Tivemos um ano excepcional e o Estado do Rio Grande do Norte mostrou, mais uma vez, seu grande potencial para atração e realização de negócios”, avalia o superintendente Jorge Bagdeve.

Micro e pequenos empreendedores foram responsáveis pelas contratações com no Estado superando o valor de R$ 300 milhões. No microcrédito orientado, o Crediamigo Banco do Nordeste, que oferece empréstimos de até R$ 21 mil, atingiu R$ 596 milhões em mais de 235 mil operações.

A pulverização do crédito também chegou ao campo, com o programa de microcrédito rural do BNB, o Agroamigo. Em 2019, a linha possibilitou a realização de 27 mil operações, totalizando R$ 138,5 milhões concedidos aos agricultores norte-rio-grandenses.

O Banco espera que os investimentos continnuem a crescer neste ano, “para 2020 estamos prevendo novos recordes de aplicação haja vista as demandas em andamento, com destaque novamente para as energias renováveis, onde para os grande empreendimentos cuja empresa e/ou grupo econômico fature acima de R$ 300 milhões/ano, o Banco adotou a limitação de financiamento até 50% do projeto’, afirmou, Jorge Bagdeve.

Fonte: Portal da Tropical