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Caminhoneiros, motoristas de transportes coletivos e portuários devem se vacinar contra gripe


Postado em 3 de abril de 2020 - 15:47h

Caminhoneiros, motoristas de transportes coletivos e portuários devem se vacinar contra gripe a partir do próximo dia 16 quando tem início a segunda fase da campanha em todo país. Os professores passaram da segunda para a terceira fase devido a suspensão das aulas.

Devido a dissipação do coronavírus está ocorrendo ao mesmo tempo em que outros vírus circulam entre a população, o Ministério da Saúde decidiu por expandir a vacinação a essa categoria que continua trabalhando e tendo contato com um número maior de pessoas, em especial, os motoristas de transportes coletivos. A decisão foi anunciada pelos ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Eles se juntam ao grupo prioritário da segunda fase da campanha de imunização contra gripe que inclui doentes crônicos e profissionais da segurança e salvamento. Já os professores que seriam contemplados na segunda etapa, com a suspensão das aulas, passaram a compor o grupo da 3ª e última fase com data para iniciar em 9 de maio, junto com as crianças entre 6 meses e menores de 6 anos, as grávidas, mães no pós-parto, indígenas, pessoas com deficiência e pessoas acima de 55 anos.

Segundo o Ministério da Saúde, até esta quinta-feira (2), já tinha sido vacinados 15,6 milhões de idosos, 62,6% da meta, e 2,6 milhões de profissionais da saúde, o que corresponde a 52% da população a ser alcançada nessa categoria.

O Ministério da Saúde estipulou como objetivo vacinar 90% da população de cada grupo prioritário. A Campanha é dividida em três etapas, teve início em 23 de março e segue até o 22 de maio. Quem toma a vacina está imunizado contra as influenzas A (H1N1), (H3N2) e influenza B.

Os dados do Ministério da Saúde trazem que no Brasil, somente em 2020, já foram contabilizados até o dia 21 de março 204 casos e 19 óbitos por Influenza A (H1N1), 181 casos e 17 óbitos por Influenza B e 21 casos e 3 óbitos por Influenza A (H3N2). O estado de São Paulo concentra o maior número de casos de Influenza A (H1N1) com 50 casos e 4 óbitos. Em seguida, estão a Bahia (49 casos e 3 óbitos) e o Paraná (21 casos e 5 óbitos). No ano passado, o país registrou 5.800 casos e 1.122 óbitos pelos três tipos de influenza.

Fonte: Portal da Tropical