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Banco do Nordeste terá linha de crédito para áreas produtivas em municípios em calamidade pública


Postado em 7 de abril de 2020 - 13:54h

O Ministério do Desenvolvimento Regional lançou, nesta segunda-feira (6), uma linha de crédito emergencial para recuperar ou preservar atividades produtivas dos municípios em situação de emergência ou calamidade pública em virtude da dissipação do coronavírus no país.

A linha de crédito será operada pelo Banco do Nordeste dentro da área de atuação do banco, Nordeste, e Norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Serão disponibilizados R$ 3 bilhões em recursos advindos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) que poderá atender aos setores industrial, comercial e de serviços. Os empréstimos podem terão juros de 2,5% ao ano e carência até dezembro de 2020.

Podem solicitar o recursos pessoas físicas, jurídicas e cooperativas que desenvolvam atividades não rurais, em especial, as que estão vinculadas aos setores comerciais e de serviços na área de atuação do banco.

Segundo informações do Banco do Nordeste, o crédito emergencial destina-se a capital de giro isolado e a investimentos, incluindo capital de giro associado. Para capital de giro, são financiáveis todas despesas de custeio, manutenção e formação de estoques, inclusive despesas de salários e contribuições de despesas, com limite de até R$ 100 mil por beneficiário.

No caso de investimentos, incluído capital de giro associado ao investimento, o limite de financiamento é de até um terço da operação, correspondendo até R$ 200 mil por beneficiário. As operações terão juros de 2,5% ao ano, com carência máxima e prazo até 31 de dezembro deste ano.

A linha de crédito especial está prevista na Resolução do Banco Central, n.º 4.798, publicada em 6 de abril, que também suspende as parcelas até 31 de dezembro deste ano, com eventual acréscimo ao vencimento final da operação, para as operações não rurais adimplentes ou com atraso de até 90 dias completados até o dia 6 de abril, data da emissão do documento do Banco Central.

Fonte: Portal da Tropical