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Varejo do RN cresce 4,4% em junho, mas ainda abaixo da média nacional


Postado em 14 de agosto de 2020 - 7:06h

O volume de vendas do comércio varejista do Rio Grande do Norte cresceu 4,4% no mês de junho em relação a maio deste ano. Esse foi o segundo menor crescimento entre os estados do Nordeste, à frente apenas da Paraíba, que teve retração de 2,4%. No Brasil, o varejo cresceu 8%, prevalecendo o crescimento das vendas no país, o que se verificou em 24 das 27 unidades da federação, destacando-se Pará (39,1%), Amazonas (35,5%) e Ceará (29,3%). Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A retomada do crescimento do varejo potiguar, após queda nos meses de março e abril, ocorre em nível abaixo da média nacional, considerando-se o índice de volume de vendas do varejo nos últimos dois meses. Em maio, o varejo brasileiro cresceu 14,4%, o norte-rio-grandense, 5,9%. Em junho, de forma semelhante, o varejo do estado potiguar cresceu 4,4%, e a média nacional foi de 8%.

O varejo potiguar fechou o primeiro semestre com redução de 8,7% em relação ao mesmo período de 2019, seguindo a tendência nacional, que teve retração de 3,1%, ou seja, a perda acumulada do Rio Grande do Norte foi acima da média nacional. De 2016 a 2020, apenas em 2018 o RN teve crescimento no primeiro semestre.

Essa perda acumulada no varejo pelo Estado indica também a não retomada do crescimento do varejo após estagnação no ano de 2019, quando a variação das vendas do varejo potiguar foi nula, enquanto o comércio varejista brasileiro cresceu 1,8%.

O volume de vendas do varejo, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, teve predomínio das taxas negativas, verificadas em 15 das 27 UFs, com destaque para Amapá (-14,8%), Bahia (-12,6%) e D. Federal (-10,6%). O Rio Grande do Norte teve a quinta maior retração (-10,2%), mantendo a tendência de queda nessa perspectiva. A despeito disso, em razão do crescimento do varejo em estados como Pará (17,9%), Piauí (16,5%) e Tocantins (15,3%), a média brasileira apresentou variação positiva, 0,5%, após três meses de queda.

Fonte: Portal da Tropical