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9 em cada 10 brasileiros dizem que tomariam qualquer vacina


Postado em 30 de julho de 2021 - 9:05h

Foto: DIVULGAÇÃO/PREFEITURA DO RIO-PAQUETÁ

A 4ª edição da pesquisa “Os brasileiros, a pandemia de covid-19 e o consumo”, da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB, revela que 90% dos brasileiros querem se vacinar mesmo que seu imunizante de preferência não esteja disponível. No melhor estilo “sommelier de vacina”, 43% até gostariam de escolher, mas apenas 9% dizem que deixariam de se vacinar caso o imunizante oferecido não fosse o de sua preferência.

O levantamento da CNI e do Instituto FSB ouviu 2 mil pessoas nos 26 estados e no Distrito Federal, entre 12 e 16 de julho de 2021. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

“O fato de o brasileiro aceitar tomar a vacina disponível nos deixa menos apreensivos, não só pela proteção individual, mas pelo benefício para toda a sociedade. Sabemos que a vacinação em massa é fundamental para a retomada econômica. E, quando falo em retomada, falo principalmente em mais empregos, mais renda e mais qualidade de vida para a população”, avalia o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. “A imunização é o único caminho para proteger a saúde e afastar o risco do coronavírus, que são fatores essenciais para reativar os setores econômicos, as molas do crescimento do Brasil.”

Entre as pessoas ouvidas, 71% afirmaram não ter marca preferida, 19% têm preferência, mas não deixariam de tomar a vacina, e apenas 4% disseram que têm preferência por um fabricante e, por isso, deixariam de se vacinar caso o imunizante disponível não fosse o desejado.

Nesta rodada da pesquisa, 47% dos brasileiros disseram ter medo grande ou muito grande do coronavírus. No fim de abril, este percentual era de 56%. A população também está mais confiante em voltar a frequentar estabelecimentos comerciais. Há três meses, 39% tinham muito medo de frequentar shoppings. Agora, este percentual recuou para 24%. O medo grande em relação a frequentar o comércio de rua também caiu de 36% para 28%. O mesmo se deu em relação ao receio de ir a bares e restaurantes, com recuo de 45% para 34% .

R7